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Para abrilhantar mais ainda os festejos juninos que estão ocorrendo em nosso município. Forrozão do Briola deu início a maratona de atrações que irão se apresentar nos festejos do tradicional São João, logo em seguida apresentando um showzaço foi Neto Araújo e Rafaela Almeida, e para encerrar a chave de ouro Maher de Almeida e Pegada Sertaneja apresentou um belíssimo show. Confira algumas imagens

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Isis Valverde venceu nessa terça-feira (20) um processo que movia contra a Playboy, após a revista divulgar uma foto em que ela aparecia com os seios descobertos, em 2007. O STJ (Superior Tribunal de Justiça) decidiu, por unanimidade, que a Editora Abril, responsável pela publicação, deve indenizar a atriz por danos morais e materiais.

A assessoria de Isis informou ao R7 que o valor da condenação era de R$ 40 mil, mas, atualizado, soma cerca de R$ 116 mil. A Abril ainda poderá recorrer, mas os advogados da atriz acreditam que dificilmente a decisão será revista.

A sentença foi proferida originalmente em 2013, pela juíza Katia Cilene da Hora Machado Bugarim. Na tarde de ontem, o STJ apenas confirmou a decisão.

O CASO
Isis Valverde processou a revista Playboy (Editora Abril) após a publicação de uma foto em que aparece nos bastidores da novela Paraíso Tropical, que foi ao ar em 2007, na Rede Globo. Na ocasião, a Playboy divulgou a imagem e, na legenda, escreveu: “Isis Valverde, no Rio, dá adeusinho e deixa escapar o cartão de boas-vindas”.

R7


O juiz Sérgio Moro e o ex-presidente Lula (Igo Estrela/PMDB e Adriano Machado/Reuters)

O juiz Sergio Moro já recebeu todos os documentos da ação penal que investiga o suposto tríplex de Lula no Guarujá. Com isso, o juiz já está pronto para condenar ou absolver o ex-presidente. Os autos chegaram ao gabinete de Moro no começo desta tarde.

Lula responde por um apartamento tríplex no Guarujá, que seria usado como pagamento de propina, e pelo pagamento da guardas de bens do ex-presidente, em um depósito da transportadora Granero.

Radar On-Line, Veja


O ator Tony Ramos rompeu sua parceria com a Friboi, uma das marcas da JBS. O cachê pago a ele era de cerca de R$ 5 milhões.

NAVALHA NA CARNE
Depois do escândalo de corrupção envolvendo a empresa, o ator manifestou a ideia de se desvencilhar do contrato e passou a consultar advogados sobre a possibilidade.

BOA NOITE
A apresentadora Fátima Bernardes já havia cancelado seu contrato para ser o rosto da Seara, outra marca da JBS.
Mônica Bergamo, Folha de São Paulo


Era a noite do casamento dos noivos Jessica e Igor Nascimento. Antes das duas horas da manhã deste domingo, 18, porém, a má surpresa: na porta do buffet onde era realizada a festa, na avenida Benjamin Brasil, na Maraponga, dois homens roubaram o carro e outros bens das vítimas, até o véu da noiva.

Igor aguardava a esposa na porta do buffet quando foi abordado. “Pensei até que fosse brincadeira de algum convidado”, contou. A dupla de assaltantes levou ainda roupas, presentes, documentos, carteira e celulares. Acionada, equipe da Polícia realizou busca na região, mas os suspeitos conseguiram fugir.

A irmã da noiva pediu ajuda em redes sociais para tentar localizar o automóvel (Fiat Palio de cor prata, e placa HYZ 8775). “Infelizmente, minha irmã e seu esposo foram vítimas da violência da cidade logo no dia do casamento deles, sim, no dia do casamento. Dois assaltantes levaram o carro do pai do Igor e alguns pertences que estavam dentro do carro”, disse em postagem neste domingo.

Segundo a Polícia Civil, a ocorrência foi registrada no 30° Distrito Policial e transferida para o 8° DP, unidade responsável pela área onde aconteceu o crime. Inquérito policial foi instaurado “e as diligências estão em andamento no intuito de elucidar o crime, bem como prender seus autores”, informou a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), em nota, na manhã desta segunda-feira, 19.

O POVO


Se a eleição do presidente fosse hoje, Jair Bolsonaro (PSC) seria o mais votado no Distrito Federal com 19,9%, seguido do ministro aposentado do STF Joaquim Barbosa (14,1%) e Lula, que aparece em terceiro com 13,2%. É a primeira vez que Bolsonaro aparece liderando para presidente, e é a primeira vez que Lula fica atrás, e em terceiro lugar. O levantamento do instituto Paraná Pesquisa para o portal Diário do Poder entrevistou 1.516 eleitores do DF, entre 14 e 18 de junho.

Na simulação com Geraldo Alckmin candidato do PSDB a presidente, Bolsonaro sobe para 21,4%. O governador paulista soma 4,0% no DF.

Marina (Rede), que já foi a mais votada para presidente do DF, está em 4º com 9,7%, em empate técnico com o tucano João Doria (8,4%).

Ciro Gomes (PDT) tem 5,7%, Roberto Justus 2,7%; Alvaro Dias (PV) 2,0%; Michel Temer (PMDB), 1,5%; e Ronaldo Caiado (DEM), 0,8%.

Bolsonaro cai para 4º na pesquisa para presidente, com 11,8%, quando só mulheres são entrevistadas. Perde para Lula, Joaquim e Marina.

DIÁRIO DO PODER



Familiares e amigos da ex-governadora Wilma de Faria organizam mais uma emocionante homenagem à guerreira para esta quarta-feira, dia 21, quando acontecerá a Missa de Sétimo Dia do seu falecimento na Catedral Metropolitana de Natal.

A cerimônia, marcada para começar às 18h, ficará a cargo do arcebispo Dom Jaime e concelebração do pároco da Catedral, Valdir, com participação de diversos padres que tinham relação de amizade e afeto com a ex-governadora.

Bg


A sub procuradora Raquel Dodge durante debate entre candidadtos à Lista Tríplice para o cargo de Procurador-Geral da Repíblica – Custódio Coimbra / Agência O Globo

RIO – Considerada favorita para substituir o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, a subprocuradora Raquel Dodge afirmou, em debate nesta segunda-feira, que a Operação Lava-Jato “tem demonstrado que ninguém está acima da lei” e que, se for escolhida para o cargo, atuará também “para que ninguém esteja abaixo da lei”.
— O momento é ímpar na vida nacional. O combate ao crime organizado e à corrupção desenvolvido no âmbito da Lava-Jato revelou aos brasileiros a perspectiva de um país em que a lei valha para todos, e no qual a Justiça e o Ministério Público promovem a aplicação da lei para obter resultados concretos celeremente. Não podemos regredir nem titubear. A Lava-Jato tem demonstrado que ninguém está acima da lei. Atuarei também para que ninguém esteja abaixo da lei — disse ela, em debate no Rio com os outros sete candidatos.

Perguntada, Raquel negou, em entrevista após o debate, que estivesse fazendo referência a supostos abusos da Lava-Jato:

— Ninguém acima da lei, na perspectiva de que o Direito Penal não puna executores e intermediários e poupe mandantes. Mas também ninguém abaixo da lei, na perspectiva de que nenhum brasileiro, mesmo esse em situação de extrema desigualdade e miséria, esteja abaixo do alcance da lei, que assegura a ele direitos públicos fundamentais.

A subprocuradora é tida como certa entre os três primeiros colocados na disputa interna que vão compor a lista a ser encaminhada ao presidente Michel Temer. Ela conta ainda com forte apoio de três peemedebistas: o ex-presidente José Sarney, o ex-presidente do Senado Renan Calheiros (AL) e o ex-ministro da Justiça Osmar Serraglio (PR). Os dois primeiros são investigados pela Lava-Jato. Também já teriam manifestado preferência por Raquel o ministro da Justiça, Torquato Jardim, e o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que tem criticado supostos abusos do Ministério Público e da Polícia Federal.

— Não procurei o ministro (da Justiça) Torquato Jardim ou Gilmar Mendes para que apoiassem meu nome. Tenho definido minha estratégia de campanha me dirigindo internamente à classe. Em outra oportunidade, caso eu entre na lista (tríplice), esse contato será necessário, não exatamente com essas pessoas, mas com certeza com o ministro da Justiça — disse Raquel, ao ser provocada pelo subprocurador Eitel Santiago.

As eleições internas para a escolha do novo procurador-geral da República estão marcadas para o próximo dia 27. A partir de uma lista tríplice, o presidenteda República deverá indicar um nome. A nomeação depende de aprovação em sabatina na Comissão de Constituição e Justiça e no plenário do Senado. Além de Raquel e Santiago, disputam o cargo os subprocuradores Nicolao Dino, Mario Bonsaglia, Ela Wieko, Sandra Cureal, Carlos Frederico e Franklin Rodrigues.

Apesar de ser a preferida de peemedebistas para ocupar a vaga de Rodrigo Janot, Raquel não é a favorita de Temer. Ele teria uma ligeira preferência por Bonsaglia, outro nome praticamente assegurado na lista tríplice. Mas, fragilizado pelo inquérito em que é investigado por corrupção, organização criminosa e obstrução de justiça, o presidente estaria disposto a ceder à pressão dos aliados que, até aqui, têm sido essenciais para a permanência dele no cargo. Na avaliação de interlocutores de Temer, Raquel não teria a mesma combatividade de Janot mas, para o presidente, guardaria ainda um certo grau de imprevisibilidade.

Bonsaglia também manifestou apoio à Lava-Jato prometendo, por exemplo, ampliação da equipe dedicada a essa operação na Procuradoria-Geral da República:

— A Operação Lava-Jato vai prosseguir com toda a firmeza, com todo o apoio, tanto com relação à força-tarefa de Curitiba quanto do Rio de Janeiro.

Janot manifestou apoio a Nicolao Dino. O subprocurador é bem visto pela categoria, mas as chances de indicação dele seriam próximas de zero. Isto porque ele é irmão do governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), adversário de Sarney, hoje um dos conselheiros mais influentes de Temer.

No debate desta segunda-feira, Dino fez um apelo para ser avaliado pelo seu trabalho e não por sua relação de parentesco com o governador do Maranhão:

— Tenho 25 anos de trabalho imparcial na instituição do Ministério Público Federal, atuei em casos de grande relevo. Todos nós temos amigos, amigas, pais, irmãos e isso não exclui que somos pessoas únicas. É nossa história e nossa trajetória de vida que nos define. Gostaria de ser avaliado pela minha trajetória, pela minha vida funcional.

Delações premiadas
Um dos candidatos, o subprocurador Eitel Santiago criticou a divulgação do conteúdo de delações premiadas. Ele defendeu que o sigilo seja retirado apenas depois que eventual denúncia seja aceita, e não mais na abertura do inquérito. Essa tem sido uma queixa recorrente de investigados pela Lava-Jato.

— Com relação às investigações importantes que são feitas, se eu for procurador-geral da República vão prosseguir, mas serão feitas com obediência à Constituição e à lei. Uma delação premiada só perde sigilo depois de terminado o inquérito e recebida a denúncia. Quando é divulgada antes não está se respeitando a higidez da investigação — disse Santiago.

Ele havia sido perguntado por Dino sobre críticas feitas pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), a supostos abusos cometidos pela Lava-Jato.
Dino rebateu críticas feitas por Gilmar Mendes, nesta segunda-feira, a juízes e procuradores durante seminário do Grupo de Líderes Empresariais em Pernambuco:

— É preciso repelir essa fala do ministro Gilmar Mendes. Não condiz com a verdade. Afirmações como essa não contribuem para a estabilidade institucional, para a segurança jurídica. Repudio veementemente, porque é um desserviço à República.

Já Santiago evitou comentar as declarações de Gilmar Mendes, afirmando que é preciso recuperar a capacidade de diálogo com os outros poderes.

Acordos de leniência
Os candidatos Franklin Rodrigues e Carlos Frederico cobraram do atual procurador-geral da República medidas judiciais contra a Medida Provisória que ampliou os poderes do Banco Central e criou o acordo de leniência com os bancos. A principal crítica é à permissão para que, em alguns casos de risco generalizado para o sistema financeiro, a apuração seja sigilosa. A medida pode ter impacto em investigações decorrentes de eventuais delações premiadas dos ex-ministros da Fazenda Antonio Palocci e Guido Mantega.

— Quero saber por que o privilégio dos bancos desse sigilo só porque é parte do sistema financeiro. Tudo indica que foi para atender bancos perante eventual delator — afirmou Rodrigues.


O Globo

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